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Atualização em Avaliação Musculoesquelética Baseado em Evidência

Uma boa avaliação é indispensável para o sucesso do tratamento fisioterapêutico. A mais importante das ferramentas é realização de uma avaliação com eficiência para compreender através dos dados levantados uma interpretação capaz de fornecer ao fisioterapeuta uma acurácia diagnóstica e um tratamento baseado em evidência científica.

A Moving sabendo de tal importância, realizou esta semana o primeiro curso de padronização e capacitação em Avaliação Musculoesquelético Baseado em Evidencia, ministrado pelo Dr. Adriano Pezolato, com o que há de mais atual em avaliação do sistema osteomuscular.

Todos da equipe Moving são treinados para ter uma forte compreensão da cinética/cinemática e anatomia humana, nossos serviços incluem desde a prevenção até o tratamento de lesões esportivas, trauma neurológico, ou pós-operatório.

O fisioterapeuta somente após a avaliação inicial, elabora o plano de tratamento. Nossas avaliações utilizam o que é preconizado pelas evidências científicas e, o follow up contínuo dos nossos profissionais é essencial para monitorar o progresso e determinar futuras etapas de um plano de tratamento personalizado. Todas estas medidas ajudam a garantir a melhoria contínua e evitar lesões recorrentes.

http://www.sciencedaily.com/releases/2013/11/131105081352.htm

Dois cirurgiões de joelho na University Hospitals Leuven descobriram um ligamento previamente desconhecido no joelho humano. Este ligamento parece desempenhar um papel importante em doentes com lesão do ligamento cruzado anterior (LCA).

Leia a notícia na íntegra no site Science Daily:

http://www.sciencedaily.com/releases/2013/11/131105081352.htm

Cirurgia ou fisioterapia para lesões meniscais?

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Rupturas meniscais são comuns em idosos com osteoartrite leve de joelho, e a maior parte delas é manejada cirurgicamente. Um curso inicial de fisioterapia pode ser tão bom quanto a cirurgia, conforme um ensaio clínico dos Estados Unidos.

A maioria das pessoas designadas para fisioterapia evitou a cirurgia completamente. Os participantes foram submetidos a meniscectomia parcial artroscópica (n=161) ou fisioterapia inicial (n=169) com opção de cirurgia mais tarde. Os dois grupos apresentaram melhorias comparáveis na função aos 6 e 12 meses (melhoria de 20,9 versus 18,5 pontos no escore WOMAC em 6 meses; diferença média 2,4 pontos, IC 95%, -1,8 a 6,5). Pouco mais de um terço do grupo da fisioterapia eventualmente precisou de cirurgia, geralmente aos 6 meses (51/169; 30%). Adultos submetidos a cirurgia mais cedo e mais tarde apresentaram escores similares de sintomas um ano após a randomização. O novo ensaio clínico vem somar-se às crescentes evidências de que a fisioterapia é uma primeira opção razoável para idosos com ruptura meniscal e osteoartrite leve, afirma um editorial associado (doi:10.1056/NEJMe1302696). Não se sabe ao certo se uma das duas estratégias funciona melhor do que nada (ou placebo); porém, enquanto se aguarda por resultados, os pacientes provavelmente devem ser avisados de que a cirurgia imediata pode não ser de seu melhor interesse. Tromboses venosas e infecções são riscos reconhecidos.
N Engl J Med 2013; doi:10.1056/NEJMoa1301408