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Biofeedback na Cefaleia Crônica

Estudos recentes mostram que a associação da terapia com Biofeedback e tratamento medicamentoso apresenta resultados bastantes significativos na redução da dor na cefaleia tensional crônica e enxaqueca, com índice de sucesso de até 80%.

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Biofeedback na cefaleia crônica, Revista Movimentação, Diogo Suriani Ribeiro

por Dr. Diogo Suriani Ribeiro
Referencia: Revista Movimentação edição de Setembro de 2015

 

A Moving possui profissionais altamente capacitados, nas diferentes áreas e serviços oferecidos pela fisioterapia. Não sofra mais com a terrível cefaleia tensional. Agende conosco sua consulta.

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Sinais precoces da doença de Parkinson

VOCÊ SABIA?

O PRIMEIRO SINAL DA DOENÇA DE PARKINSON NÃO É O TREMOR

 

A doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa mais comum em todo o mundo. No Brasil, à medida que aumenta a taxa de pessoas idosas em relação à outras faixas etárias, a incidência de doenças relacionadas à idade, como a doença de Parkinson também aumenta.

 

            Atualmente o diagnóstico da doença de Parkinson é essencialmente clínico e baseado em sinais e sintomas predominantemente motores como a rigidez muscular, bradicinesia (lentificação dos movimentos), tremor, instabilidade postural (déficit de equilíbrio), congelamento da marcha, comprometimento da fala e, em fases mais avançadas, problemas de deglutição, alterações dos reflexos posturais, movimentos involuntários (discinesias), dentre outros.

 

            No entanto, os pacientes de DP também podem apresentar uma grande variedade de sintomas não motores, alguns dos quais podem aparecer anos antes dos sintomas motores.

 

            Um estudo realizado na Inglaterra e publicado em 2015 pela Lancet Neurology, mostrou que os sintomas não motores, como hiposmia (diminuição do sentido do olfato), constipação, distúrbio da fase REM do sono (fase do sono profundo), sonolência diurna excessiva, ansiedade e depressão podem ocorrer antes do aparecimento de disfunção motora em pacientes com DP.

 

            Estes sintomas encontram-se em uma fase pré-clínica e, ocorre de 5 a 20 anos antes do aparecimento dos primeiros sintomas motores, quando geralmente o paciente identifica o problema e procura ajuda médica do neurologista. Estima-se que, do momento do início dos sintomas da fase pré-clínica até o diagnóstico da doença de Parkinson, o paciente já tenha perdido mais de 50% dos neurônios do Sistema Nervoso Central e Periférico.

 

            Embora estes sintomas relatados sejam comumente encontrados na população idosa em geral, na pesquisa, foram mais prevalentes no grupo parkinsoniano quando comparada ao grupo de idosos sem Parkinson.

 

            O aprofundamento nos estudos e análise crítica destes sintomas associados a outros fatores podem ajudar no diagnóstico precoce da doença e sugerir em um futuro próximo medidas neuroprotetoras, como por exemplo algum medicamento, terapia, ou mudanças no estilo de vida, que possam retardar o início da doença ou minimizar seu impacto.

 

 

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Referências:
Schrag, Anette, et al. “Prediagnostic presentations of Parkinson’s disease in primary care: a case-control study.” The Lancet Neurology 14.1 (2015): 57-64.
Lorraine V Kalia, Anthony E Lang, Parkinson’s disease. The Lancet. Volume 386, No. 9996, p896–912, 29 August 2015

Corro riscos de sofrer um AVC?

Fatores de risco para um AVC

por Dr Diogo Suriani Ribeiro

 

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma condição clínica que ocupa as primeiras posições dentre todas as patologias que acometem a população brasileira. É uma das mais frequentes e com alto índice de incapacidade.

 

Embora qualquer pessoa possa ser vítima de um AVC, existem fatores de risco que podem ser diminuídos ou até evitados quando os identificamos precocemente. Enquanto alguns destes fatores são hereditários, outros podem ser decorrentes de um processo natural ou ainda aqueles que podem ser resultados de um estilo de vida.

 

A prevenção correta pode diminuir a ocorrência de um AVC em mais de 80% dos casos. Mas para isso devemos conhecer melhor quais os fatores podemos modificar em nossa vida para minimizar os riscos de sofrer um AVC.

 

A lista abaixo foi retirada do material científico da American Stroke Association e Stroke Foundation Australia, e destaca os principais fatores de risco modificáveis e não-modificáveis. Embora não se tenha valores numéricos, os estudos mostram que, quanto mais fatores estiverem presentes, maior o risco de ser acometido por um AVC.

 

Que tal verificar quais fatores estão presentes em sua vida e começar a modificá-los?

 

Fatores de risco que podemos mudar

Pressão arterial elevada – A pressão arterial elevada é a principal causa de AVC e o fator de risco controlável mais importante para o AVC.

Fumo – nos últimos anos, os estudos mostraram que fumar cigarros é um fator de risco importante para a ocorrência de um AVC. O uso de contraceptivos orais combinado com o hábito de fumar aumenta muito este risco.

Diabetes mellitus – Diabetes é um fator de risco independente para AVC. Muitas pessoas com diabetes também têm pressão arterial elevada, colesterol elevado e estão com sobrepeso, aumentando ainda mais seu risco.

Colesterol elevado – Pessoas com colesterol elevado no sangue têm um risco aumentado de AVC. Neste caso, pode ocorrer o estreitamento de uma artéria cerebral por depósitos de gordura, diminuindo ou bloqueando totalmente o fluxo sanguíneo para o cérebro, causando o AVC.

Dieta pobre – Dietas ricas em gorduras saturadas, gorduras trans e colesterol podem elevar os níveis de colesterol no sangue. Dietas ricas em sódio (sal) podem contribuir para o aumento da pressão arterial. Dietas com excesso de calorias podem contribuir para a obesidade.

Inatividade física e obesidade – Ser inativo, obeso ou ambos pode aumentar o risco de hipertensão arterial, colesterol alto, diabetes, doenças cardíacas e AVC.

 

Fatores de risco que não podemos mudar

Idade – A chance de ter um Acidente Vascular Cerebral, em média, dobra para cada década de vida após os 55 anos. Embora o AVC seja comum entre os idosos, muitas pessoas com menos de 65 anos também podem ser acometidos.

História familiar – O risco de AVC pode ser maior se um pai, avô, irmã ou irmão tiverem tido um Acidente Vascular Cerebral.

Raça – indivíduos de raça negra têm um risco maior de morte por AVC do que os caucasianos. Isto é em parte, porque os negros têm maiores riscos de hipertensão arterial, diabetes e obesidade.

Sexo – Embora o AVC acometa mais a população masculina, a cada ano, os números em mulheres vêm aumentando, e com índice de mortalidade maior que os homens.

Ocorrência de AVC anterior, Ataque Isquêmico Transitório (AIT) ou infarto – Ter sofrido um AVC ou um infarto anteriormente aumenta muito a probabilidade de ter um novo evento, em comparação com outra pessoa sem este histórico. Uma pessoa que teve um ou mais AITs (que são “AVCs de advertência”, sem sequelas duradouras) é quase 10 vezes mais propenso a ter um AVC do que alguém da mesma idade e sexo que não tem.

 

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Você sabe o que é Paralisia Facial?

Paralisia Facial Periférica

por Dr. Diogo Suriani Ribeiro

Introdução

A Paralisia Facial Periférica é uma condição que causa fraqueza repentina na musculatura de um lado da face, acarretando perda de movimentos do rosto.

Quais são as causas?

A Paralisia Facial no Brasil acomete em média menos de 150 mil pessoas por ano e é mais comum na faixa etária dos 19 aos 60 anos.

Ela ocorre quando há uma lesão do nervo facial de um lado do rosto, que é o nervo que controla a musculatura da face.

As causas mais comuns de lesão do nervo facial são:

-Infecção pelo vírus da Herpes, Varicela, dentre outros

-Lesões por traumas como fraturas, cortes, cirurgias, etc

-Compressões do nervo como tumores

-Causas congênitas

Quais são os sintomas?

Os sintomas da Paralisia Facial são variáveis e depende do grau de lesão do nervo, podendo ir de uma simples fraqueza (paralisia parcial) até a paralisia completa da metade do rosto.

Os sintomas acontecem de forma repentina e atinge o máximo, geralmente em 48 horas, comprometendo os movimentos do rosto e as mímicas faciais como sorrir, piscar, fechar os olhos, mandar beijos, dentre outros. Também pode ocorrer escape de líquido e alimentos pelo canto da boca e permanência de restos de comida na bochecha.

Outros sintomas podem ocorrer, como dor no ouvido, olhos e bocas ressecadas e dor de cabeça.

Como é a recuperação?

Na maioria dos casos a melhora ocorre espontaneamente em três semanas, com recuperação completa até 9 meses. Porém, em 30% dos casos, as sequelas continuam ou podem ocorrer complicações, relacionados a fatores como: idade acima de 60 anos, se houve paralisia completa, diabetes, pressão alta.

Algumas das complicações mais comuns são as contraturas musculares e as sincinesias. As contraturas musculares ocorrem quando há um exagero qua quantidade de exercícios faciais e os músculos se tornam rígidos e encurtados. As sincinesias podem ocorrer quando os exercícios faciais são realizados de maneira incorreta e uma expressão facial “puxa” outra, por exemplo, ao sorrir o olho fecha junto.

Qual o tratamento?

O tratamento é multiprofissional e engloba médico, fisioterapeuta, psicólogo, fonoaudiólogo.

Em relação à Fisioterapia algumas modalidades são recomendadas como alongamentos, massagem, relaxamento, exercícios faciais, prática mental, feedback com espelho, biofeedback eletromiográfico. Antes de se prescrever qualquer tratamento é obrigatório a realização de uma avaliação completa para classificar o grau de severidade da lesão, os comprometimentos existentes, estimar o prognóstico de recuperação e escolher a melhor técnica e dosagem correta a ser utilizada.

É importante destacar que caso seja acometido pela Paralisia Facial, a primeira coisa é manter a calma e procurar um profissional especializado na área e habilitado na prática clínica da Paralisia Facial. 

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Atividade física em idosos

A importância da prática de atividade física para os idosos

por Dr. Diogo Suriani Ribeiro

A população brasileira está envelhecendo rápido. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil possui a quinta maior população idosa do mundo, com cerca de 28 milhões de pessoas com 60 anos ou mais.

Diante destes dados expressivos, a preocupação nacional com a saúde dos idosos torna-se evidente, pois um dos componentes da saúde é a função física. A inatividade acarreta diversos problemas de ordem motora e psicológica, mas a boa notícia é que 1 em cada 4 idosos, pratica alguma atividade física, seja caminhada, andar de bicicleta, Pilates, musculação, atividades ao ar livre, dentre outras.

Uma vida ativa, com prática de exercícios pelo menos 3 vezes por semana está relacionada a diminuição do risco de doenças coronarianas, como por exemplo os infartos, doenças vasculares (varizes) e cerebrovasculares como o Acidente Vascular Cerebral (AVC, comumente chamado de derrame), diminuição das taxas de glicemia, além de benefícios cognitivos como melhora do humor, raciocínio e memória.

Além disso, quando a atividade é realizada em grupo, promove uma maior integração e melhora das relações sociais, tão importantes na população idosa.

Que tal começar praticar alguma atividade física? Procure seu médico de confiança para fazer um check-up e comece a se movimentar hoje mesmo!

 

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Biofeedback na Reabilitação da Marcha

A utilização do Biofeedback na reabilitação da marcha

por Dr. Diogo Suriani Ribeiro

Biofeedback é uma terapia que “mostra” ao indivíduo, através de equipamentos, o funcionamento de diferentes estruturas do seu corpo, possibilitando sua melhora por meio da modificação daquela função.

No Biofeedback Eletromiográfico, fisioterapeuta e paciente visualizam o funcionamento do seu músculo e conseguem identificar quais as alterações existentes. Por meio de exercícios ativos, o paciente consegue modificar as atividades musculares patológicas e obter novos padrões de contração e relaxamento muscular, melhorando assim a função.

Após a realização de uma avaliação criteriosa e respeitando as indicações e contraindicações, o tratamento com o Biofeedback pode promover uma melhora na funcionalidade da marcha de pacientes que sofreram lesões neurológicas como Acidente Vascular Encefálico, Paralisia Cerebral e Lesão Medular, que apresentem déficit de força muscular, espasticidade e dificuldade no controle seletivo dos músculos.

Para que se obtenha êxito, esta terapia deve ser focada em músculos específicos envolvidos na marcha e estar associado à fisioterapia convencional.

 

Dr. Diogo Suriani Ribeiro (Fisioterapia – Biofeedback)

Fonte: Ribeiro DS. Biofeedback na Reabilitação da marcha. In: Associação Brasileira de Fisioterapia Neurofuncional; Garcia CSNB, Facchinetti LD, organizadoras.

PROFISIO Programa de Atualização em Fisioterapia Neurofuncional. Ciclo 3. Porto
Alegre: Artmed Panamericana; 2016. P. 10-62. (Sistema de Educação Continuada a Distância, v.2). http://www.secad.com.br/produto/fisioterapia/profisio-programa-de-atualizacao-em-fisioterapia-neurofuncional/

 

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Wendell Lira o gol mais bonito do ano

Nesta segunda-feira dia (11), o mundo conheceu quem mais se destacou e teve o mérito de honra de ser classificado entre, o melhor jogador(a) do ano, o melhor técnico do time masculino e feminino, o gol do ano e a seleção do ano. A premiação aconteceu a partir das 13h30 no Prêmio Bola de Ouro da Fifa, na cidade de Zurique (Suiça).

O Prêmio Puskas de gol mais bonito do ano, foi para o atacante Wendell Lira, de 26 anos. Esse dia sem dúvida ficará marcado na memória do jogador, um dia inesquecível para ele e todos que marcaram presença nesta cerimônia. Wendell Lira passou por momentos inesperados em sua carreira, onde parecia muito longe a conquista de seu sonho de se tornar um jogador de futebol de sucesso. A indicação ao Puskas veio no pior momento de sua carreira que cogitava a possibilidade de interromper sua carreira profissional, que começou nas categorias de base do Goiás e na seleção sub 17 do Brasil.

O Prêmio Puskas foi criado como forma de homenagear o húngaro Ferenc Puskas e vem  premiando, desde 2009 os jogadores bola da vez, a fim de premiar o jogador(a), que marcou o gol mais bonito do ano. Segundo Joseph Blatter criador do prêmio, ressaltou que : É importante preservar a memória dos grandes nomes do futebol que deixaram sua marca na nossa história. Daí surgiu a importância do prêmio, de homenagear grandes nomes do futebol, que durante muitos anos vem vestindo a camisa e dando o seu melhor dentro dos campos de futebol.

No entanto, a Equipe Moving teve o privilégio de estar presente neste ano com o jogador Wendell Lira, o Dr. Thiago Vilela Lemos, um de nosso realizou uma Avaliação Isocinética,  onde são avaliados os possíveis desequilíbrios e déficits musculares que levam ao desgaste prematuro das articulações, fornecendo-nos dados de força, potencia e resistência muscular proporcionando orientação e direcionamento na reabilitação e/ou treinamento muscular. Possibilitando ao atleta mais desempenho durante a atividade esportiva. É com imensa satisfação, que toda equipe Moving deseja os parabéns e sucesso ao jogador.

Atualização em Avaliação Musculoesquelética Baseado em Evidência

Uma boa avaliação é indispensável para o sucesso do tratamento fisioterapêutico. A mais importante das ferramentas é realização de uma avaliação com eficiência para compreender através dos dados levantados uma interpretação capaz de fornecer ao fisioterapeuta uma acurácia diagnóstica e um tratamento baseado em evidência científica.

A Moving sabendo de tal importância, realizou esta semana o primeiro curso de padronização e capacitação em Avaliação Musculoesquelético Baseado em Evidencia, ministrado pelo Dr. Adriano Pezolato, com o que há de mais atual em avaliação do sistema osteomuscular.

Todos da equipe Moving são treinados para ter uma forte compreensão da cinética/cinemática e anatomia humana, nossos serviços incluem desde a prevenção até o tratamento de lesões esportivas, trauma neurológico, ou pós-operatório.

O fisioterapeuta somente após a avaliação inicial, elabora o plano de tratamento. Nossas avaliações utilizam o que é preconizado pelas evidências científicas e, o follow up contínuo dos nossos profissionais é essencial para monitorar o progresso e determinar futuras etapas de um plano de tratamento personalizado. Todas estas medidas ajudam a garantir a melhoria contínua e evitar lesões recorrentes.

Fisioterapia na Doença de Alzheimer

Benefícios da Fisioterapia na Doença de Alzheimer

por Dr. Diogo Suriani Ribeiro

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A Doença de Alzheimer afeta, além da cognição e memória, a mobilidade e a funcionalidade. Tarefas do dia-a-dia como vestir roupas e caminhar dentro de casa tornam-se difíceis de realizar. Três grandes estudos realizados com pessoas com Doença de Alzheimer em estágios leve, moderado e severo, verificaram a influência da Fisioterapia nas funções motoras e cognitivas.

 

 

Os resultados mostraram, nas três pesquisas, que os pacientes que fizeram Fisioterapia tiveram uma redução na velocidade do avanço da doença além de melhorar a força, mobilidade, equilíbrio, funções motoras específicas como transferências da cama e da cadeira, mobilidade em casa, marcha e independência global.

 

 

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Kathryn E. Roach et al. A Randomized Controlled Trial of an Activity Specific Exercise Program for Individuals With Alzheimer Disease in Long-term Care Settings. J Geriatr Phys Ther. 2011 Apr-Jun; 34(2): 50–56.
Venturelli M et al. Six-month walking program changes cognitive and ADL performance in patients withAlzheimer. Am J Alzheimers Dis Other Demen. 2011 Aug;26(5):381-8
Pitkälä KH, et al. Effects of the Finnish Alzheimer disease exercise trial (FINALEX): a randomized controlled trial. JAMA Intern Med. 2013 May 27;173(10):894-901.

Cirurgia ou fisioterapia para lesões meniscais?

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Rupturas meniscais são comuns em idosos com osteoartrite leve de joelho, e a maior parte delas é manejada cirurgicamente. Um curso inicial de fisioterapia pode ser tão bom quanto a cirurgia, conforme um ensaio clínico dos Estados Unidos.

A maioria das pessoas designadas para fisioterapia evitou a cirurgia completamente. Os participantes foram submetidos a meniscectomia parcial artroscópica (n=161) ou fisioterapia inicial (n=169) com opção de cirurgia mais tarde. Os dois grupos apresentaram melhorias comparáveis na função aos 6 e 12 meses (melhoria de 20,9 versus 18,5 pontos no escore WOMAC em 6 meses; diferença média 2,4 pontos, IC 95%, -1,8 a 6,5). Pouco mais de um terço do grupo da fisioterapia eventualmente precisou de cirurgia, geralmente aos 6 meses (51/169; 30%). Adultos submetidos a cirurgia mais cedo e mais tarde apresentaram escores similares de sintomas um ano após a randomização. O novo ensaio clínico vem somar-se às crescentes evidências de que a fisioterapia é uma primeira opção razoável para idosos com ruptura meniscal e osteoartrite leve, afirma um editorial associado (doi:10.1056/NEJMe1302696). Não se sabe ao certo se uma das duas estratégias funciona melhor do que nada (ou placebo); porém, enquanto se aguarda por resultados, os pacientes provavelmente devem ser avisados de que a cirurgia imediata pode não ser de seu melhor interesse. Tromboses venosas e infecções são riscos reconhecidos.
N Engl J Med 2013; doi:10.1056/NEJMoa1301408