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Cirurgia de fixação lombar ou tratamento conservador para lombalgia crônica?

Uma pesquisa muito bem conduzida que será publicada em março de 2014 na revista International Journal of Rehabilitation Research comparou o tratamento cirúrgico de fixação lombar (artrodese lombar) com o tratamento conservador na lombalgia crônica (dor lombar crônica).
Nesta Meta-análise foram incluídos casos de 666 pacientes onde foram analisados os efeitos da cirurgia de fixação lombar e do tratamento conservador na redução da incapacidade em pacientes com lombalgia crônica decorrente de problemas degenerativos da coluna vertebral.
Os resultados obtidos mostraram redução dos índices de incapacidade em ambos os tratamentos (cirúrgico e conservador), sendo diferença entre os grupos estatisticamente e clinicamente insignificantes.
Portanto foi demonstrado uma forte evidência de que a cirurgia de fixação lombar não é mais eficaz do que o tratamento conservador na redução da incapacidade em pacientes com dor lombar crônica decorrente de problemas degenerativos da coluna vertebral.

Leia o resumo em: http://journals.lww.com/intjrehabilres/Abstract/2014/03000/Lumbar_fusion_compared_wi th_conservative_treatment.2.aspx

 

Fonte: International Journal of Rehabilitation Research
 March 2014 – Volume 37 – Issue 1 – p 2-8

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Cirurgia ou fisioterapia para lesões meniscais?

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Rupturas meniscais são comuns em idosos com osteoartrite leve de joelho, e a maior parte delas é manejada cirurgicamente. Um curso inicial de fisioterapia pode ser tão bom quanto a cirurgia, conforme um ensaio clínico dos Estados Unidos.

A maioria das pessoas designadas para fisioterapia evitou a cirurgia completamente. Os participantes foram submetidos a meniscectomia parcial artroscópica (n=161) ou fisioterapia inicial (n=169) com opção de cirurgia mais tarde. Os dois grupos apresentaram melhorias comparáveis na função aos 6 e 12 meses (melhoria de 20,9 versus 18,5 pontos no escore WOMAC em 6 meses; diferença média 2,4 pontos, IC 95%, -1,8 a 6,5). Pouco mais de um terço do grupo da fisioterapia eventualmente precisou de cirurgia, geralmente aos 6 meses (51/169; 30%). Adultos submetidos a cirurgia mais cedo e mais tarde apresentaram escores similares de sintomas um ano após a randomização. O novo ensaio clínico vem somar-se às crescentes evidências de que a fisioterapia é uma primeira opção razoável para idosos com ruptura meniscal e osteoartrite leve, afirma um editorial associado (doi:10.1056/NEJMe1302696). Não se sabe ao certo se uma das duas estratégias funciona melhor do que nada (ou placebo); porém, enquanto se aguarda por resultados, os pacientes provavelmente devem ser avisados de que a cirurgia imediata pode não ser de seu melhor interesse. Tromboses venosas e infecções são riscos reconhecidos.
N Engl J Med 2013; doi:10.1056/NEJMoa1301408

 

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