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Corro riscos de sofrer um AVC?

por Dr Diogo Suriani Ribeiro

 

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma condição clínica que ocupa as primeiras posições dentre todas as patologias que acometem a população brasileira. É uma das mais frequentes e com alto índice de incapacidade.

Embora qualquer pessoa possa ser vítima de um AVC, existem fatores de risco que podem ser diminuídos ou até evitados quando os identificamos precocemente. Enquanto alguns destes fatores são hereditários, outros podem ser decorrentes de um processo natural ou ainda aqueles que podem ser resultados de um estilo de vida.

A prevenção correta pode diminuir a ocorrência de um AVC em mais de 80% dos casos. Mas para isso devemos conhecer melhor quais os fatores podemos modificar em nossa vida para minimizar os riscos de sofrer um AVC.

A lista abaixo foi retirada do material científico da American Stroke Association e Stroke Foundation Australia, e destaca os principais fatores de risco modificáveis e não-modificáveis. Embora não se tenha valores numéricos, os estudos mostram que, quanto mais fatores estiverem presentes, maior o risco de ser acometido por um AVC.

Que tal verificar quais fatores estão presentes em sua vida e começar a modificá-los?

Fatores de risco que podemos mudar

Pressão arterial elevada – A pressão arterial elevada é a principal causa de AVC e o fator de risco controlável mais importante para o AVC.

Fumo – nos últimos anos, os estudos mostraram que fumar cigarros é um fator de risco importante para a ocorrência de um AVC. O uso de contraceptivos orais combinado com o hábito de fumar aumenta muito este risco.

Diabetes mellitus – Diabetes é um fator de risco independente para AVC. Muitas pessoas com diabetes também têm pressão arterial elevada, colesterol elevado e estão com sobrepeso, aumentando ainda mais seu risco.

Colesterol elevado – Pessoas com colesterol elevado no sangue têm um risco aumentado de AVC. Neste caso, pode ocorrer o estreitamento de uma artéria cerebral por depósitos de gordura, diminuindo ou bloqueando totalmente o fluxo sanguíneo para o cérebro, causando o AVC.

Dieta pobre – Dietas ricas em gorduras saturadas, gorduras trans e colesterol podem elevar os níveis de colesterol no sangue. Dietas ricas em sódio (sal) podem contribuir para o aumento da pressão arterial. Dietas com excesso de calorias podem contribuir para a obesidade.

Inatividade física e obesidade – Ser inativo, obeso ou ambos pode aumentar o risco de hipertensão arterial, colesterol alto, diabetes, doenças cardíacas e AVC.

Fatores de risco que não podemos mudar

Idade – A chance de ter um Acidente Vascular Cerebral, em média, dobra para cada década de vida após os 55 anos. Embora o AVC seja comum entre os idosos, muitas pessoas com menos de 65 anos também podem ser acometidos.

História familiar – O risco de AVC pode ser maior se um pai, avô, irmã ou irmão tiverem tido um Acidente Vascular Cerebral.

Raça – indivíduos de raça negra têm um risco maior de morte por AVC do que os caucasianos. Isto é em parte, porque os negros têm maiores riscos de hipertensão arterial, diabetes e obesidade.

Sexo – Embora o AVC acometa mais a população masculina, a cada ano, os números em mulheres vêm aumentando, e com índice de mortalidade maior que os homens.

Ocorrência de AVC anterior, Ataque Isquêmico Transitório (AIT) ou infarto – Ter sofrido um AVC ou um infarto anteriormente aumenta muito a probabilidade de ter um novo evento, em comparação com outra pessoa sem este histórico. Uma pessoa que teve um ou mais AITs (que são “AVCs de advertência”, sem sequelas duradouras) é quase 10 vezes mais propenso a ter um AVC do que alguém da mesma idade e sexo que não tem.

 

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A importância da prática de atividade física para os idosos

por Dr. Diogo Suriani Ribeiro

 

A população brasileira está envelhecendo rápido. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil possui a quinta maior população idosa do mundo, com cerca de 28 milhões de pessoas com 60 anos ou mais.

Diante destes dados expressivos, a preocupação nacional com a saúde dos idosos torna-se evidente, pois um dos componentes da saúde é a função física. A inatividade acarreta diversos problemas de ordem motora e psicológica, mas a boa notícia é que 1 em cada 4 idosos, pratica alguma atividade física, seja caminhada, andar de bicicleta, Pilates, musculação, atividades ao ar livre, dentre outras.

Uma vida ativa, com prática de exercícios pelo menos 3 vezes por semana está relacionada a diminuição do risco de doenças coronarianas, como por exemplo os infartos, doenças vasculares (varizes) e cerebrovasculares como o Acidente Vascular Cerebral (AVC, comumente chamado de derrame), diminuição das taxas de glicemia, além de benefícios cognitivos como melhora do humor, raciocínio e memória.

Além disso, quando a atividade é realizada em grupo, promove uma maior integração e melhora das relações sociais, tão importantes na população idosa.

Que tal começar praticar alguma atividade física? Procure seu médico de confiança para fazer um check-up e comece a se movimentar hoje mesmo!

 

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Quais exercícios são mais recomendados para pessoas que sofreram um AVC?

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é um importante evento cerebrovascular que apesar de deixar sequelas, serve de alerta ou um toque de despertar para o indivíduo. Exercícios físicos bem orientados e mudanças no estilo de vida podem melhorar a saúde geral e prevenir novos episódios cardiovasculares como outro AVC ou até mesmo um enfarto. Segundo pesquisas, a falta de atividade física após um Acidente Vascular Cerebral apresenta alta prevalência e pode comprometer ainda mais a saúde e qualidade de vida do indivíduo.

Neste sentido, a Associação Americana de Doença Cerebrovascular publicou este mês, recomendações sobre exercícios físicos para os indivíduos que já sofreram um AVC. Este consenso, que foi baseado nas melhores evidências científicas traz orientações detalhadas sobre o tipo de exercício, intensidade, frequência e tempo de atividade em cada fase após um AVC.

Exercícios físicos (aeróbicos, fortalecimento muscular, coordenação, equilíbrio, dentre outros) prescritos de forma correta e específica, melhoram a capacidade funcional, habilidade para as atividades do dia a dia, qualidade de vida, além de diminuir o risco de ocorrência de outro evento neurológico-vascular.

O estudo destaca a importância de uma avaliação individualizada, realizada por um profissional qualificado e experiente em atendimento de pacientes com problemas cerebrovasculares.

Procure sempre um fisioterapeuta habilitado para prescrever e acompanhar os melhores exercícios físicos para os indivíduos que sofreram um AVC.

Para ler o texto na íntegra, acesse: http://stroke.ahajournals.org/content/45/8/2532

 

Referência: Billinger et al. ExerciseRecommendations for StrokeSurvivors. StrokeAugust 2014

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Tudo sobre o AVC (derrame)

O Acidente Vascular Cerebral, popularmente conhecido como derrame, pode ser dividido em hemorrágico ou isquêmico. Quanto mais rápido for o diagnóstico de AVC, maiores são as chances de amenizar as sequelas. Assista ao vídeo e saiba quais são os fatores de risco para o AVC.

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