Biofeedback na Cefaleia Crônica

por Dr. Diogo Suriani Ribeiro

Estudos recentes mostram que a associação da terapia com Biofeedback e tratamento medicamentoso apresenta resultados bastantes significativos na redução da dor na cefaleia tensional crônica e enxaqueca, com índice de sucesso de até 80%.

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Biofeedback na cefaleia crônica, Revista Movimentação, Diogo Suriani Ribeiro

 

A Moving possui profissionais altamente capacitados, nas diferentes áreas e serviços oferecidos pela fisioterapia. Não sofra mais com a terrível cefaleia tensional. Agende conosco sua consulta.


Referencia: Revista Movimentação edição de Setembro de 2015

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Paralisia Facial Periférica

por Dr. Diogo Suriani Ribeiro

 

Introdução

A Paralisia Facial Periférica é uma condição que causa fraqueza repentina na musculatura de um lado da face, acarretando perda de movimentos do rosto.

Quais são as causas?

A Paralisia Facial no Brasil acomete em média menos de 150 mil pessoas por ano e é mais comum na faixa etária dos 19 aos 60 anos.

Ela ocorre quando há uma lesão do nervo facial de um lado do rosto, que é o nervo que controla a musculatura da face.

As causas mais comuns de lesão do nervo facial são:

  • Infecção pelo vírus da Herpes, Varicela, dentre outros
  • Lesões por traumas como fraturas, cortes, cirurgias, etc
  • Compressões do nervo como tumores
  • Causas congênitas

Quais são os sintomas?

Os sintomas da Paralisia Facial são variáveis e depende do grau de lesão do nervo, podendo ir de uma simples fraqueza (paralisia parcial) até a paralisia completa da metade do rosto.

Os sintomas acontecem de forma repentina e atinge o máximo, geralmente em 48 horas, comprometendo os movimentos do rosto e as mímicas faciais como sorrir, piscar, fechar os olhos, mandar beijos, dentre outros. Também pode ocorrer escape de líquido e alimentos pelo canto da boca e permanência de restos de comida na bochecha.

Outros sintomas podem ocorrer, como dor no ouvido, olhos e bocas ressecadas e dor de cabeça.

Como é a recuperação?

Na maioria dos casos a melhora ocorre espontaneamente em três semanas, com recuperação completa até 9 meses. Porém, em 30% dos casos, as sequelas continuam ou podem ocorrer complicações, relacionados a fatores como: idade acima de 60 anos, se houve paralisia completa, diabetes, pressão alta.

Algumas das complicações mais comuns são as contraturas musculares e as sincinesias. As contraturas musculares ocorrem quando há um exagero qua quantidade de exercícios faciais e os músculos se tornam rígidos e encurtados. As sincinesias podem ocorrer quando os exercícios faciais são realizados de maneira incorreta e uma expressão facial “puxa” outra, por exemplo, ao sorrir o olho fecha junto.

Qual o tratamento?

O tratamento é multiprofissional e engloba médico, fisioterapeuta, psicólogo, fonoaudiólogo.

Em relação à Fisioterapia algumas modalidades são recomendadas como alongamentos, massagem, relaxamento, exercícios faciais, prática mental, feedback com espelho, biofeedback eletromiográfico. Antes de se prescrever qualquer tratamento é obrigatório a realização de uma avaliação completa para classificar o grau de severidade da lesão, os comprometimentos existentes, estimar o prognóstico de recuperação e escolher a melhor técnica e dosagem correta a ser utilizada.

É importante destacar que caso seja acometido pela Paralisia Facial, a primeira coisa é manter a calma e procurar um profissional especializado na área e habilitado na prática clínica da Paralisia Facial. 

 

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A importância da prática de atividade física para os idosos

por Dr. Diogo Suriani Ribeiro

 

A população brasileira está envelhecendo rápido. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil possui a quinta maior população idosa do mundo, com cerca de 28 milhões de pessoas com 60 anos ou mais.

Diante destes dados expressivos, a preocupação nacional com a saúde dos idosos torna-se evidente, pois um dos componentes da saúde é a função física. A inatividade acarreta diversos problemas de ordem motora e psicológica, mas a boa notícia é que 1 em cada 4 idosos, pratica alguma atividade física, seja caminhada, andar de bicicleta, Pilates, musculação, atividades ao ar livre, dentre outras.

Uma vida ativa, com prática de exercícios pelo menos 3 vezes por semana está relacionada a diminuição do risco de doenças coronarianas, como por exemplo os infartos, doenças vasculares (varizes) e cerebrovasculares como o Acidente Vascular Cerebral (AVC, comumente chamado de derrame), diminuição das taxas de glicemia, além de benefícios cognitivos como melhora do humor, raciocínio e memória.

Além disso, quando a atividade é realizada em grupo, promove uma maior integração e melhora das relações sociais, tão importantes na população idosa.

Que tal começar praticar alguma atividade física? Procure seu médico de confiança para fazer um check-up e comece a se movimentar hoje mesmo!

 

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Biofeedback na Reabilitação da Marcha

por Dr. Diogo Suriani Ribeiro

 

Biofeedback é uma terapia que “mostra” ao indivíduo, através de equipamentos, o funcionamento de diferentes estruturas do seu corpo, possibilitando sua melhora por meio da modificação daquela função.

No Biofeedback Eletromiográfico, fisioterapeuta e paciente visualizam o funcionamento do seu músculo e conseguem identificar quais as alterações existentes. Por meio de exercícios ativos, o paciente consegue modificar as atividades musculares patológicas e obter novos padrões de contração e relaxamento muscular, melhorando assim a função.

Após a realização de uma avaliação criteriosa e respeitando as indicações e contraindicações, o tratamento com o Biofeedback pode promover uma melhora na funcionalidade da marcha de pacientes que sofreram lesões neurológicas como Acidente Vascular Encefálico, Paralisia Cerebral e Lesão Medular, que apresentem déficit de força muscular, espasticidade e dificuldade no controle seletivo dos músculos.

Para que se obtenha êxito, esta terapia deve ser focada em músculos específicos envolvidos na marcha e estar associado à fisioterapia convencional.

 

Fonte: Ribeiro DS. Biofeedback na Reabilitação da marcha. In: Associação Brasileira de Fisioterapia Neurofuncional; Garcia CSNB, Facchinetti LD, organizadoras.
PROFISIO Programa de Atualização em Fisioterapia Neurofuncional. Ciclo 3. Porto
Alegre: Artmed Panamericana; 2016. P. 10-62. (Sistema de Educação Continuada a Distância, v.2). http://www.secad.com.br/produto/fisioterapia/profisio-programa-de-atualizacao-em-fisioterapia-neurofuncional/

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Wendell Lira o gol mais bonito do ano

Nesta segunda-feira dia (11), o mundo conheceu quem mais se destacou e teve o mérito de honra de ser classificado entre, o melhor jogador(a) do ano, o melhor técnico do time masculino e feminino, o gol do ano e a seleção do ano. A premiação aconteceu a partir das 13h30 no Prêmio Bola de Ouro da Fifa, na cidade de Zurique (Suiça).

O Prêmio Puskas de gol mais bonito do ano, foi para o atacante Wendell Lira, de 26 anos. Esse dia sem dúvida ficará marcado na memória do jogador, um dia inesquecível para ele e todos que marcaram presença nesta cerimônia. Wendell Lira passou por momentos inesperados em sua carreira, onde parecia muito longe a conquista de seu sonho de se tornar um jogador de futebol de sucesso. A indicação ao Puskas veio no pior momento de sua carreira que cogitava a possibilidade de interromper sua carreira profissional, que começou nas categorias de base do Goiás e na seleção sub 17 do Brasil.

O Prêmio Puskas foi criado como forma de homenagear o húngaro Ferenc Puskas e vem  premiando, desde 2009 os jogadores bola da vez, a fim de premiar o jogador(a), que marcou o gol mais bonito do ano. Segundo Joseph Blatter criador do prêmio, ressaltou que : É importante preservar a memória dos grandes nomes do futebol que deixaram sua marca na nossa história. Daí surgiu a importância do prêmio, de homenagear grandes nomes do futebol, que durante muitos anos vem vestindo a camisa e dando o seu melhor dentro dos campos de futebol.

No entanto, a Equipe Moving teve o privilégio de estar presente neste ano com o jogador Wendell Lira, o Dr. Thiago Vilela Lemos, um de nosso realizou uma Avaliação Isocinética,  onde são avaliados os possíveis desequilíbrios e déficits musculares que levam ao desgaste prematuro das articulações, fornecendo-nos dados de força, potencia e resistência muscular proporcionando orientação e direcionamento na reabilitação e/ou treinamento muscular. Possibilitando ao atleta mais desempenho durante a atividade esportiva. É com imensa satisfação, que toda equipe Moving deseja os parabéns e sucesso ao jogador.

 

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Dia 13 de Outubro dia do Fisioterapeuta

Dia 13 de Outubro no Plenário da Câmara Municipal de Goiânia, ocorreu a II Homenagem da Vereadora Drª Cristina Lopes Afonso II a todos fisioterapeutas pelo seu dia. “Parabéns aos meus colegas de profissão, que promovem a saúde e aumentam a qualidade de vida da população” foram as palavras da Dra. Cristiana, que com solenidade entregou Diploma de Honra ao Mérito aos profissionais de destaques, grandes mestres e profissionais de cada área no Estado de Goiás. Entre eles estavam presentes três profissionais renomados de nossa Equipe Moving. A Dra. Adriana Peixoto Guerra, Dr Felipe Moreira Campos e o Dr Thiago Vilela Lemos, ambos profissionais altamente capacitados representando a cada dia uma trabalho em atendimento com excelência.

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A Moving parabeniza a todos vocês que com dedicação e amor a profissão disponibiliza o melhor atendimento e vem contribuindo para o crescimento da Fisioterapia com Evidência.

 

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Atualização em Avaliação Musculoesquelética Baseado em Evidência

Uma boa avaliação é indispensável para o sucesso do tratamento fisioterapêutico. A mais importante das ferramentas é realização de uma avaliação com eficiência para compreender através dos dados levantados uma interpretação capaz de fornecer ao fisioterapeuta uma acurácia diagnóstica e um tratamento baseado em evidência científica.

A Moving sabendo de tal importância, realizou esta semana o primeiro curso de padronização e capacitação em Avaliação Musculoesquelético Baseado em Evidencia, ministrado pelo Dr. Adriano Pezolato, com o que há de mais atual em avaliação do sistema osteomuscular.

Todos da equipe Moving são treinados para ter uma forte compreensão da cinética/cinemática e anatomia humana, nossos serviços incluem desde a prevenção até o tratamento de lesões esportivas, trauma neurológico, ou pós-operatório.

O fisioterapeuta somente após a avaliação inicial, elabora o plano de tratamento. Nossas avaliações utilizam o que é preconizado pelas evidências científicas e, o follow up contínuo dos nossos profissionais é essencial para monitorar o progresso e determinar futuras etapas de um plano de tratamento personalizado. Todas estas medidas ajudam a garantir a melhoria contínua e evitar lesões recorrentes.

 

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Reabilitação – Paralisia Cerebral

Aconteceu nesta quarta-feira dia 29, o lançamento do livro Reabilitação – Paralisia Cerebral, no auditório Valéria Perillo, no CRER – Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo. Com a ilustre presença de autores, acadêmicos.

O livro Reabilitação – Paralisia Cerebral, dividido em 44 capítulos, composto por uma dimensão de profissionais multidisciplinar, e outros estudiosos da área reconhecidos em todo o País. Esta grande obra só pode ter se concretizado a partir da idealização do médico ortopedista da AGIR, Sérgio Daher, e a médica fisiatra do CRER Angela Maria Costa de Sousa.

O livro aborda temas relacionados à paralisia cerebral e procedimentos abordados no dia a dia dos profissionais da área, que atuam diretamente na fase de reabilitação e readaptação dos pacientes com paralisia cerebral.

Sendo assim, a Moving não poderia ficar de fora. Contamos diretamente com a presença de nossa equipe, muito bem, representada pelo fisioterapeuta Diogo Surani Ribeiro, que abordou o tema: “Biofeedback”.

Diogo Suriani

Essa grande novidade tem o objetivo de tornar um instrumento de consulta aos profissionais e interessados em aderir a mais informações e formas de tratamento para indivíduos com paralisia cerebral.

 

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Prática de exercício na gravidez

O Ministério da saúde relata que a gravidez não é um estado patológico, nem uma debilidade de doenças ou inatividade, mas é uma fase de diversas modificações anatômicas, fisiológicas e hormonais somado às transformações emocionais, circulatórias e respiratórias, estimulando adequadamente o feto para que possa crescer e se desenvolver.

Uma mudança no padrão de atividade física é encontrado na sociedade contemporânea e nessa população, em especial, não seria diferente. A prevalência de gestantes ativas estão aumentando. Sendo a atividade física é estimulada e indicada pelos guias e protocolos do American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG).

Com base em revisões sistemáticas e meta análises encontramos alguns dados interessantes quando o tema abordado são as recomendações para a prática de exercício físico na gravidez:

  •  a atividade física durante a gravidez tem efeito protetor contra o desenvolvimento da Diabetes Gestacional e pré-eclâmpsia;
  • quando observado o ganho de peso gestacional há significativa redução na média de ganho de peso em gestantes praticantes de exercícios;
  •  o repouso prolongado aumenta de modo consistente o risco de trombose venosa;
  •  para gestantes com hipertensão arterial crônica com controle pré-natal e pressórico adequados, a prática de exercício físico pode ser indicada, desde que supervisionada e monitorada. Atividades físicas de intensidade leve, como caminhada, bicicleta estacionária e alongamentos, são recomendadas;
  •  no caso de a gestação ocorrer em atletas de alto rendimento (profissionais e/ou amadoras), a recomendação do exercício físico deve ser individualizada e adaptada.  A prática de certos esportes que exponham a gestante ou o feto a qualquer risco deve ser interrompida ou desestimulada.

Investir na saúde materna durante o período gestacional é de enorme valor, não somente para a saúde da gestante naquele momento mas também para seu patrimônio de saúde em longo prazo. Nesse contexto, a prática de exercício físico é uma das formas de se incrementar a saúde materna, ajudar no controle de vários desconfortos durante a gestação e no parto, bem como no controle do ganho de peso mês a mês, e facilitar seu retorno às condições do pós-parto, propiciando um período puerperal (parto) e de amamentação mais confortável e prazeroso.

Vale salientar a importância da constituição e participação de equipe multidisciplinar, incluindo Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Educação Física, Nutrição, Psicologia e Serviço Social, que permita uma abordagem global da saúde da mulher.

 

ReferênciaRecommendations for physical exercise practice during pregnancy: a critical review. Rev Bras Ginecol Obstret. 2014; 36(9):423-31.

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O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é um importante evento cerebrovascular que apesar de deixar sequelas, serve de alerta ou um toque de despertar para o indivíduo. Exercícios físicos bem orientados e mudanças no estilo de vida podem melhorar a saúde geral e prevenir novos episódios cardiovasculares como outro AVC ou até mesmo um enfarto. Segundo pesquisas, a falta de atividade física após um Acidente Vascular Cerebral apresenta alta prevalência e pode comprometer ainda mais a saúde e qualidade de vida do indivíduo.
Neste sentido, a Associação Americana de Doença Cerebrovascular publicou este mês, recomendações sobre exercícios físicos para os indivíduos que já sofreram um AVC. Este consenso, que foi baseado nas melhores evidências científicas traz orientações detalhadas sobre o tipo de exercício, intensidade, frequência e tempo de atividade em cada fase após um AVC.
Exercícios físicos (aeróbicos, fortalecimento muscular, coordenação, equilíbrio, dentre outros) prescritos de forma correta e específica, melhoram a capacidade funcional, habilidade para as atividades do dia a dia, qualidade de vida, além de diminuir o risco de ocorrência de outro evento neurológico-vascular.
O estudo destaca a importância de uma avaliação individualizada, realizada por um profissional qualificado e experiente em atendimento de pacientes com problemas cerebrovasculares.
Procure sempre um fisioterapeuta habilitado para prescrever e acompanhar os melhores exercícios físicos para os indivíduos que sofreram um AVC.

Referencia: Referência: Billinger et al. ExerciseRecommendations for StrokeSurvivors. StrokeAugust 2014