Sinais precoces da doença de Parkinson

VOCÊ SABIA?

O PRIMEIRO SINAL DA DOENÇA DE PARKINSON NÃO É O TREMOR

 

A doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa mais comum em todo o mundo. No Brasil, à medida que aumenta a taxa de pessoas idosas em relação à outras faixas etárias, a incidência de doenças relacionadas à idade, como a doença de Parkinson também aumenta.

 

            Atualmente o diagnóstico da doença de Parkinson é essencialmente clínico e baseado em sinais e sintomas predominantemente motores como a rigidez muscular, bradicinesia (lentificação dos movimentos), tremor, instabilidade postural (déficit de equilíbrio), congelamento da marcha, comprometimento da fala e, em fases mais avançadas, problemas de deglutição, alterações dos reflexos posturais, movimentos involuntários (discinesias), dentre outros.

 

            No entanto, os pacientes de DP também podem apresentar uma grande variedade de sintomas não motores, alguns dos quais podem aparecer anos antes dos sintomas motores.

 

            Um estudo realizado na Inglaterra e publicado em 2015 pela Lancet Neurology, mostrou que os sintomas não motores, como hiposmia (diminuição do sentido do olfato), constipação, distúrbio da fase REM do sono (fase do sono profundo), sonolência diurna excessiva, ansiedade e depressão podem ocorrer antes do aparecimento de disfunção motora em pacientes com DP.

 

            Estes sintomas encontram-se em uma fase pré-clínica e, ocorre de 5 a 20 anos antes do aparecimento dos primeiros sintomas motores, quando geralmente o paciente identifica o problema e procura ajuda médica do neurologista. Estima-se que, do momento do início dos sintomas da fase pré-clínica até o diagnóstico da doença de Parkinson, o paciente já tenha perdido mais de 50% dos neurônios do Sistema Nervoso Central e Periférico.

 

            Embora estes sintomas relatados sejam comumente encontrados na população idosa em geral, na pesquisa, foram mais prevalentes no grupo parkinsoniano quando comparada ao grupo de idosos sem Parkinson.

 

            O aprofundamento nos estudos e análise crítica destes sintomas associados a outros fatores podem ajudar no diagnóstico precoce da doença e sugerir em um futuro próximo medidas neuroprotetoras, como por exemplo algum medicamento, terapia, ou mudanças no estilo de vida, que possam retardar o início da doença ou minimizar seu impacto.

 

 

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Referências:
Schrag, Anette, et al. “Prediagnostic presentations of Parkinson’s disease in primary care: a case-control study.” The Lancet Neurology 14.1 (2015): 57-64.
Lorraine V Kalia, Anthony E Lang, Parkinson’s disease. The Lancet. Volume 386, No. 9996, p896–912, 29 August 2015

Wendell Lira o gol mais bonito do ano

Nesta segunda-feira dia (11), o mundo conheceu quem mais se destacou e teve o mérito de honra de ser classificado entre, o melhor jogador(a) do ano, o melhor técnico do time masculino e feminino, o gol do ano e a seleção do ano. A premiação aconteceu a partir das 13h30 no Prêmio Bola de Ouro da Fifa, na cidade de Zurique (Suiça).

O Prêmio Puskas de gol mais bonito do ano, foi para o atacante Wendell Lira, de 26 anos. Esse dia sem dúvida ficará marcado na memória do jogador, um dia inesquecível para ele e todos que marcaram presença nesta cerimônia. Wendell Lira passou por momentos inesperados em sua carreira, onde parecia muito longe a conquista de seu sonho de se tornar um jogador de futebol de sucesso. A indicação ao Puskas veio no pior momento de sua carreira que cogitava a possibilidade de interromper sua carreira profissional, que começou nas categorias de base do Goiás e na seleção sub 17 do Brasil.

O Prêmio Puskas foi criado como forma de homenagear o húngaro Ferenc Puskas e vem  premiando, desde 2009 os jogadores bola da vez, a fim de premiar o jogador(a), que marcou o gol mais bonito do ano. Segundo Joseph Blatter criador do prêmio, ressaltou que : É importante preservar a memória dos grandes nomes do futebol que deixaram sua marca na nossa história. Daí surgiu a importância do prêmio, de homenagear grandes nomes do futebol, que durante muitos anos vem vestindo a camisa e dando o seu melhor dentro dos campos de futebol.

No entanto, a Equipe Moving teve o privilégio de estar presente neste ano com o jogador Wendell Lira, o Dr. Thiago Vilela Lemos, um de nosso realizou uma Avaliação Isocinética,  onde são avaliados os possíveis desequilíbrios e déficits musculares que levam ao desgaste prematuro das articulações, fornecendo-nos dados de força, potencia e resistência muscular proporcionando orientação e direcionamento na reabilitação e/ou treinamento muscular. Possibilitando ao atleta mais desempenho durante a atividade esportiva. É com imensa satisfação, que toda equipe Moving deseja os parabéns e sucesso ao jogador.

Atualização em Avaliação Musculoesquelética Baseado em Evidência

Uma boa avaliação é indispensável para o sucesso do tratamento fisioterapêutico. A mais importante das ferramentas é realização de uma avaliação com eficiência para compreender através dos dados levantados uma interpretação capaz de fornecer ao fisioterapeuta uma acurácia diagnóstica e um tratamento baseado em evidência científica.

A Moving sabendo de tal importância, realizou esta semana o primeiro curso de padronização e capacitação em Avaliação Musculoesquelético Baseado em Evidencia, ministrado pelo Dr. Adriano Pezolato, com o que há de mais atual em avaliação do sistema osteomuscular.

Todos da equipe Moving são treinados para ter uma forte compreensão da cinética/cinemática e anatomia humana, nossos serviços incluem desde a prevenção até o tratamento de lesões esportivas, trauma neurológico, ou pós-operatório.

O fisioterapeuta somente após a avaliação inicial, elabora o plano de tratamento. Nossas avaliações utilizam o que é preconizado pelas evidências científicas e, o follow up contínuo dos nossos profissionais é essencial para monitorar o progresso e determinar futuras etapas de um plano de tratamento personalizado. Todas estas medidas ajudam a garantir a melhoria contínua e evitar lesões recorrentes.

Relações sociais no trabalho e dor lombar

Lombalgia é comum em qualquer setor, seja em atividades de vida diária, lazer ou na vida profissional. A dor lombar não específica tem alta prevalência sendo relacionada entre 60-80% da população mundial.No setor de emprego essa alta prevalência tem impacto considerável, em relatório recente da Fit for Work (Fundação Europeia de Trabalho) 25% dos trabalhadores sofrem diariamente com dor nas costas, chegando a um custo total gasto com esses trabalhadores de 12 bilhões de euros.
O objetivo de estudo da International Archives of Occupational and Environmental Health, foi relacionar a influência do emprego (envolvimento social) sobre o risco de dor lombar entre os trabalhadores e o seu prognóstico.
Com os resultados da revisão sistemática em mãos, duas conclusões são importantes no dia-dia de trabalho. A  primeira É que no estudo não se observou a relação de risco entre o envolvimento de colegas, supervisor ou do suporte geral do trabalho influenciar uma dor lombar, porém por outro lado quando se tem o envolvimento maior da equipe e suporte geral do trabalho, o trabalhador com dor lombar, tente a ter um prognóstico e consequentemente uma recuperação melhor.

 

Referencia: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3555241/

Você sabe o que é Pubalgia?

Pubalgia, conhecida também como Osteíte Púbica, é uma patologia caracterizada pela presença de dor na região do púbis. É uma patologia que afeta vários esportistas, com uma grande incidência em praticantes de futebol. São várias as causas de uma pubalgia, sendo de diagnóstico complexo e quanto mais precoce isso ocorrer, melhor o prognóstico.

Os sintomas mais comuns são dores na região púbica, nos adutores, ao tossir e espirrar, durante a execução de exercícios abdominais. A dor aumenta quando o indivíduo permanece apoiado apenas sobre uma perna. Suas causas são bastante discutidas na literatura, sendo que as mais relatadas são fraqueza da musculatura abdominal (superficial e profunda), disfunção da musculatura adutora, hipomobilidade e disfunção dos rotadores e abdutores do quadril e intensos treinos físicos (overtraining/sobrecarga).

O tratamento da pubalgia normalmente é consevador, porém o tratamento cirúrgico também é comum. No tratamento conservador, além da prescrição de medicamentos feito pelo médico, vários recursos terapêuticos podem ser usados, como eletroterapia, técnicas de terapia manual, crioterapia, reequilíbrio muscular (musculatura específica e estabilização central – CORE training), entre outros. O mais importante para uma reabilitação eficaz é uma boa avaliação biomecânica para diagnóstico das disfunções e correção das mesmas, uma vez que várias disfunções podem levar ao quadro de osteíte púbica.

 

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Fisioterapia na Doença de Alzheimer

Benefícios da Fisioterapia na Doença de Alzheimer

por Dr. Diogo Suriani Ribeiro

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A Doença de Alzheimer afeta, além da cognição e memória, a mobilidade e a funcionalidade. Tarefas do dia-a-dia como vestir roupas e caminhar dentro de casa tornam-se difíceis de realizar. Três grandes estudos realizados com pessoas com Doença de Alzheimer em estágios leve, moderado e severo, verificaram a influência da Fisioterapia nas funções motoras e cognitivas.

 

 

Os resultados mostraram, nas três pesquisas, que os pacientes que fizeram Fisioterapia tiveram uma redução na velocidade do avanço da doença além de melhorar a força, mobilidade, equilíbrio, funções motoras específicas como transferências da cama e da cadeira, mobilidade em casa, marcha e independência global.

 

 

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Kathryn E. Roach et al. A Randomized Controlled Trial of an Activity Specific Exercise Program for Individuals With Alzheimer Disease in Long-term Care Settings. J Geriatr Phys Ther. 2011 Apr-Jun; 34(2): 50–56.
Venturelli M et al. Six-month walking program changes cognitive and ADL performance in patients withAlzheimer. Am J Alzheimers Dis Other Demen. 2011 Aug;26(5):381-8
Pitkälä KH, et al. Effects of the Finnish Alzheimer disease exercise trial (FINALEX): a randomized controlled trial. JAMA Intern Med. 2013 May 27;173(10):894-901.